Qual a relação da Nutrição com o Transtorno do Espectro do Autismo (TEA)?

A prevalência de crianças com diagnóstico de TEA cresce de forma significativa, sendo que o TEA não se caracteriza como uma doença, mas uma desordem no desenvolvimento em diferentes graus, que leva a limitação na reciprocidade social e emocional; interesses restritos que são anormais na intensidade e foco; hiper ou hiposensibilidade a estímulos sensoriais do ambiente, características que resultam em maior vulnerabilidade nutricional.

As intervenções voltadas aos indivíduos com TEA necessita ser precoce e multiprofissional, a fim de melhorar a adaptação ao ambiente em que vive e o desenvolvimento da criança.

Existem poucos nutricionistas capacitados a atuar na área. Com relação à alimentação, especialmente na hora da refeição, três aspectos são observados: seletividade, que restringe a variedade de alimentos, podendo levar a deficiências nutricionais; recusa do alimento e indisciplina à mesa.

Crianças e adolescentes com TEA apresentam frequentemente sintomas gastrointestinais, tais como: dor abdominal, diarréia crônica, flatulência, vômitos, intolerância aos alimentos, entre outros.

Algumas intervenções dietéticas podem melhorar a função cerebral, a atenção, o humor, o crescimento e a saúde em geral dos autistas. Uma alimentação adequada e livre de contaminantes pode proteger contra neurotoxinas, melhorar o sistema imune e à função gastrointestinal.

 

Referencia:

Marcelino, C. (2018). Autismo: a esperança pela nutrição. 2 ed., São Paulo-SP: M. Books do Brasil.

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Silvia Freaza

Nutricionista CRN4643 BA

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